coisaseafins: JESSIER QUIRINO – POETA ESCRITOR
ola meu cumpan...eiro gostei muito de seus dizer que ví por ai ...
sabendo que nosso sertão tão castigado e rico de aculturações e vós mi ce levanta a bandeira nordestina e vai barrendo todas os causos que por assim dizer existe nosso cotidiano banquete de urubus espalhados por esse mundão de meu deus de uma espiadinha nesse link e boa boa sorte...
ponto de energias
eterno teatro e de encontros...místicos,lendários e poéticos....
good times bad times
vida metamorfose vida espantalho
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terça-feira, 29 de junho de 2010
segunda-feira, 28 de junho de 2010
because...
Por que caímos?
Por que não olhamos o que nos cerca?
Por que temos a mesma e velha tolice da certeza ?
Por que somos anjos sem asas físicas?
Por somos meros mortais que ainda estamos em desevolução?
Por que não entendemos o que tão claro e objetivo?
Pois tudo está aqui de alguma forma e não conseguimos perceber
Por não usarmos nossos talentos latentes em nós mesmos.
Por que desejamos a vida do outro de certa forma?
Qual o nosso propósito em relação os seres que nos cerca?
Será amor?
Será carinho?
Será energia fraterna?
Será apenas carne ?
E por que não acreditar? em nosso poder ?
Por que morremos todos os dias e temos uma pobre ressurreição que nem a sentimos?
Algum dia um velho cacique disse somos parte da matéria que compõe a linha que forma o tecido
E o que somos?
Bactérias que veio de uma lágrima do cosmos?
Ou vestígios e fragmentos que se formaram entre a umidade e as intepéres da bolha terra?
E o que deus tem haver com isso?
Quando será o próximo fim e novo começo?
Será que nossas energias irão se propagar em outros seres com outros corpos?
Ou somos apenas condutores de energias divinas?
Como disse um dia um certo espantalho pregado em seu madeiro...
E com nossas vergonhas transformadas em ferro ou qualquer outro minério...
Fazemos parte do sol ectoplasmo que existe em cada um de nós...
Entre o bem e o mal estamos sem nenhuma camuflagem...
E estamos expostos para nossas próprias experiências sem perceber que vamos para lugar nenhum...
T.vessié 27 de junho de 2010
terça-feira, 15 de junho de 2010
caolhos e cegos
Agora vejo o espelho teu
dançando por dentro de mim
Como se a vida fosse música e
movesse todos os sorrisos criados por ti...
Queria ser seus olhos e te
olhar através dos meus...
Agora procuro os mundos,
procuro por ti...
Seus anjos não me resguardam
da tua falta...
Leve-me, leve-me para bem
longe de mim.
Agora vejo o espelho me
levando junto ao mar
De barcos e homens.
Perdidos de olhos, sem
retina, sem íris.
Caolhos e cegos em busca da
luz
T.vessié 2005
Palavra viva (poeta)
Poetas são deuses que vivem
sob a terra
Que dão vida a seres
inorgânicos...
Que falam com flores
Que brincam com espinhos
Que amam como os pássaros
Poetas são pessoas e astros
que vagueiam em espaços
Onde outras pessoas são
apenas brilhos...
Poetas são deuses
Que amam
Que choram
Sem precisar de lágrimas
Poetas são deuses de pedras
Pedras preciosas...
Apenas um sorriso, um
olhar,um sonho,uma realidade...
Enfim poeta é a
personificação da palavra...
A palavra viva em pessoa...
Poetas simples assim a todos
os poetas que vivem e que viveram em mim
Obrigado por tal magia de
poder sentir,viver
E transmutar para uma
superfície branca chamada papel...
T.vessié
contos I préludio

A gospel voz... Os pingos da chuva nas ruas molhadas...passos. A escuridão, silêncio e a chuva... A gospel voz expressa homens e crianças Crianças-homem... Nada mais funciona... Nem o controle do som Nem o sorriso das pessoas Nem a infância das crianças Nada mais funciona... Até as flores estão artificiais A máquina do terror Está cada vez mais linda Cheia de blindados e controles... Que pena nada mais funciona A hora da agonia É a beleza da ternura E o sorriso da tristeza São momentos de purificação Momentos de dor... Era uma das vezes que passeava por seu sorriso... Deserto da rosa.Límpidos raios, límpidos céus. A hora da sensação de ardor como que delírios Nos arredores da velha rocha, um vento frio e convalescente... A hora em que todas as noites estão em paz... A mesma luz que irradia o dia também invade a noite... Então as mesmas vidas que vivemos dormindo vivemos acordados ? A hora do choro e do sorriso a mesma expressão... E tudo começa a dançar em espiral... As lembranças, as palavras, suas vidas, a vida dos que me habitam... Seus olhos deslizam na cor laranja crepuscular... E o azul marinho como nas profundezas... Sua cama não foi desfeita...Dentro desses vinte anos Nem mesmo a cor laranja do crepúsculo está funcionando... A espada voa agora livremente entre galáxias do ser... Estrelas e astros sendo engolidos pelo o buraco negro. Vazio e rápido como cosmos, desejos e as vontades carnívoras dos deuses. Agora em uma só nota de pontos luminosos... Estrelas e mundos sendo devorados por uma depressão cósmica... T. vessié dez anos atrás...
Aves e Marias
Entre medidas e pesos estamos em qualquer parte do rosário
Perdidos entre tantas aves e marias...
Dentro de um ciclo quase que menstrual...
E de quantos anjos falamos quando falamos de seu amor?
Dance, dance mais uma vez e conte-me como é a visão lá de
cima...
Entre medidas e pesos preciso de você pra parti
Sem que haja sofrimento...
Sem que haja tolices rubras
Ou beijos adocicados com lágrimas
Não quero sentir tua sede
E nem permitir que dores alheias venham
Ao encontro de meu deserto das tentações
Lá sempre vai ter seus ladrões e salteadores
Não há vagas para bom samaritanos conformistas
E nem quero dividi-lo com fartos e ricos...
Pois tolices rubras já me bastam...
Não acredito em olhos ou olhares piedosos
Eles sempre querem algo em troca...
Entre medidas e pesos estamos em qualquer parte do rosário
Perdidos entre tantas aves e Marias... Dentro de um ciclo
quase menstrual...
T vessié 15/06/2010
quarta-feira, 2 de junho de 2010
Cidade esquecida e moderna em suas mordidas
Como sentir a batida de lágrima em pleno pouso
De um pássaro...
Fome e desemprego em cada esquina..
Crime e injustiça em cada olhar...
Que gera em cada vontade de morder a alma da cidade
Cidade... idade sem tamanho em pleno manto comum
Sob sarjetas, crianças,drogas e prostituição...mordidas
Vampirescamente modernas... esquecidas, em sue desaguar em meio mar...
Cidade esquecida...População desnutrida de saber e comida...
Mordidas vampirescamente modernas...
E quem será nosso leal e soberano cavaleiro branco salvador de nossa dor?
Ou seremos todos cavaleiros negros que não enxergamos um palmo do nosso nariz
Por apenas hipocrisia... Somos dignos de estar em uma cidade esquecida moderna e mordida..?
Ton vessié 02/06/2010
sol
Sol
Enquanto o sol se levanta em busca de um sonho
Estou acima de seus olhos... Como ele queria...
E na verdade sempre estaremos lá sem nenhuma submissão
Como tantos sistemas vivem...
Agora pediremos a chave para abrir as portas de nossos
Para poder entrar noticias do leste...
Enquanto o sol se levanta em busca de um sonho
Estou acima de seus olhos...
Como o vôo do albatroz e a que tempos possíveis estaremos presos
Já que você não quer sorri...
t.vessié
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