ponto de energias

ponto de energias
eterno teatro e de encontros...místicos,lendários e poéticos....

good times bad times

good times bad times
vida metamorfose vida espantalho

pra onde vou

pra onde vou

Pesquisar este blog

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Por baixo do céu...

E no tempo que passa por baixo do céu aproxima meus instintos ainda submersos. Em águas frias congeladas do lago... E com o toque quente de suas mãos vejo o luzir de seus olhos a procura do nada Com o olhar perdido por entre o infinito... e eu precisava tanto de seu calor... Sua imagem ainda viva e latente dentro de mim, não importa o tempo sei que somos felizes enquanto juntos... Tenho a forte sensação de solidão e ao mesmo tempo de paz, preciso de algo quente como a música, como a música de seu sorriso. Enquanto os pássaros voam para sul fico a te esperar pela as noites eternas e pelos dias a fio buscando algum forma de deserto... Em torno de minha vontade de esta com você. Sinto sua falta ao acordar,ao dormir ,enfim éramos perfeitos por isso vivo submerso em águas frias congeladas esperando a primavera talvez ela traga flores no correr das águas, talvez traga você pra mim... T.vessié 02 11

xadrez

E a canção que corre solta pela casa com seus ecos E no eqüidistante de medos insólitos perdem-se entre teus próprios caminhos Onde levas de mim duas vidas, duas torres, dois bispos. Agora cada passo já não existe E tudo é inoxidável, me vem à mente. Como teu sangue Como algo grande bem maior do que eu Fora de controle... São montanhas de mim que desaparecem... São teus gritos que derramam todo o silêncio, toda à noite... Ao não acreditar no que sentes Eu sei o que sinto de vez em quando me faltam os olhos Falta-me a vida... E tudo que tenho é bem mais do que eterno Quando estás por perto...

A casa

Invado sua casa e permaneço por entre os sois espalhados. No meio das estampas que se criam em seu rosto completamente saciado de desejos nervosos e na liturgia de tua alma vejo o quão agônico és teu canto de desespero... Teus gritos de solidão, tua liberdade permeada de arames farpados de preconceitos e trincheiras de fuga ... Enquanto vejo tudo isso, te vejo também brincando de alguma forma, tua liberdade ainda mais que tardia, sou teu enquanto dormes, Sou meu enquanto sorrio, ninguém jamais saberá... O quanto tenho a te mostrar em pouco tempo e até a muitos milênios. Sou o vento que varre tua casa em busca de um lugar tranqüilo dentro de teu coração para sentar a poeira que corre mundo a fora saindo das trincheiras de fuga.... T.vessié 2011 03