ponto de energias
eterno teatro e de encontros...místicos,lendários e poéticos....
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sábado, 17 de julho de 2010
um grito,uma liberdade,o sentir do bater do sol no rosto
No canto de cada olhar se esconde um monstro disfarçado
E caminhamos alimentando-o com nossos prazeres nossas solidões
E por mais controle que temos sobre o tempo e seus estágios esquecemos
Que outros seres nem se tocam que existem...
E por pedaços e inteiros que vivem nossos monstros...
Na discrepância do dia... ou o frio da noite achamos as cores necessárias para sorri mais uma vez...
Tentando anular ao vida que se tornou museu esquecido e cheios de teias de aranhas
Medo, covardia,destroços do navio a deriva com monstros inimagináveis e vis
Restos de um naufrágio vagando sob águas escuras...
E cada dia morrendo e sendo abrigado a ressuscitar pois, não havia conforto na morte
Enquanto outros seres nem se tocam que estão vivos...
Na discrepância do dia ou nas caricias do frio da noite achamos as cores necessárias para sorri mais uma vez
T.vessie um grito/ uma liberdade/ o sentir do bater do sol no rosto...
sexta-feira, 9 de julho de 2010
Fresta do olhar Fresta do olhar Enquanto seus passos me pisam Corro pelo céu feito estrela cadente... Enquanto tu danças em mim sorrio pois, és a minha música predileta... E os brilhos que te cercam são pura magia... E na chuva ácida de seus olhos me perco em teu penumbre quase que perfeito... Só assim então talvez possa entender teu poder.... E se tua liberdade for transgredida feito leis só assim poderá entender O que sinto por ti... Seja livre pelo menos uma vez em sua mínima vida... Seja o gosto real do beijo, seja a sensação de dançar sem temores Seja seu sorriso mais escandaloso...Seja tua roupa mais extravagante Enquanto corro pelo céu feito estrela cadente... Não se assuste é só um riso da coruja saudando-te a liberdade É bem melhor que seja agora pois, tens as chaves de todas tuas prisões... Seja livre pelo menos uma vez em sua vida mínima Agora queres me falar de amor sem mesmo tê-lo Como navegar no mar em um navio engarrafado e esquecido sob uma estante qualquer Pois é mais fácil ver a dor alheia do que sentir a sua própria... É isso que chamas de liberdade? E quando começares a esquecer e acomodar-se com prazeres vis Saberás então que esta presa por vontade própria e percebe as grades que a cercam...
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