Já conheço essas dores com o passar do tempo querendo se
torna crônica
Quando as liberto...
Para sentirem a liberdade burlada do corpo que as abrigas...
Porém por não dar ouvidos aos relampejos e os aos ventos
quentes e secos como um mau lavrador,não
obedeço suas leis...
E olho para esta terra ressequida e sinto a falta da
substancias mágicas que refaz surgi vidas latentes em suas rachaduras que as
vezes mortas ainda estão vivas...
E por mais distante que estamos ainda permaneço como água
hidroscópica envolvendo-se sobre teu
corpo,tua alma e tudo aquilo que tu! Chamas de vida e sem querer perceber o
poder da ressureição numa linguagem cristã ou o poder da phoenix ressurgindo
das próprias cinzas... sem querer aceitar que faço parte do teu universo ou
ainda mesmo assim negando-se a si mesmo...
Esperando a umidade certa
para desgarra-se dos laços quentes que aprisionam sua beleza
De tanto que tínhamos não nos restou quase nada por ficarmos
bobos...
Diante de tanta felicidade quase que um eclipse...
Hoje os sonhos me consomem por não estar fazendo algo sério
em busca de sua origem
E o que restou entre os salões? Cheios de vozes aguçadas.
Cheios de vozes vorazes, vozes de felicidade...
E a mais importante entre você,eu e o universo..
De tanto que tínhamos não nos restou quase nada por ficarmos
bobos...
Diante de tanta felicidade!
Quase que um eclipse, hoje os sonhos consomem porão estar
fazendo sério em busca de sua origem como o maldito Pedro na hora do “vamo ver...”.
Somos parte de um todo...
Aceitar ou não... Livre arbítrio ou prisão particular dentro
de seus vários sorrisos já sem graça... Tudo é magia digital ou medieval, estamos
conectados desconectados...
Por um medo qualquer de onde se erguer um monstro diante o
ser que tu sabes que não é essa a projeção...,O que não somos se
representamos seremos livres-presos, se vivermos seremos presos-livres...
Podendo ainda ver uma única frestinha de luz natural quando a madrugada nos
acalentar com seu frio conformista...mas ao acordarmos saberemos que bela
mentira é nossas meras vidas...,
T.vessié