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eterno teatro e de encontros...místicos,lendários e poéticos....

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sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

entre o mar e as rochas



 
Brotam de meus olhos lágrimas de sangue
Por serem  sós...
Por serem únicos...
Por não serem seus...
E ao alvorecer sinto seu cheiro...
Em busca do amanhecer mais completo
Ou de um anoitecer mais tenebroso....
Dos anjos que encontramos em nosso caminho
Você é um dos mais belos...
Sem olhos ao dia
Sem amor a noite
Brotam paz de meus olhos
Por serem sós
Por serem únicos
Por não serem seus
E entre o mar e as rochas
Procuro por teus náufragos que se perdem em mim
São almas  que anseio encontrar
São seres que preciso falar
São olhos que ditam o amor
São filhos do sol
São meus filhos
Anjos cheios de malefícios e artimanhas...
Dos primeiros raios solares
Que me fazem nascer cotidianamente
E morrer nos reencontros entre o mar e as rochas
Que se desfazem e tornam areia  dessa imensa ampulheta camada terra...
 t.vessié  11/02/2011

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Acalento da madrugada







Já conheço essas dores com o passar do tempo querendo se torna crônica
Quando as liberto...
Para sentirem a liberdade burlada do corpo que  as abrigas...
Porém por não dar ouvidos aos relampejos e os aos ventos quentes e secos  como um mau lavrador,não obedeço suas leis...
E olho para esta terra ressequida e sinto a falta da substancias mágicas que refaz surgi vidas latentes em suas rachaduras que as vezes mortas ainda estão vivas...
E por mais distante que estamos ainda permaneço como água hidroscópica envolvendo-se  sobre teu corpo,tua alma e tudo aquilo que tu! Chamas de vida e sem querer perceber o poder da ressureição numa linguagem cristã ou o poder da phoenix ressurgindo das próprias cinzas... sem querer aceitar que faço parte do teu universo ou ainda mesmo assim negando-se a si mesmo...
Esperando a umidade certa  para desgarra-se dos laços quentes que aprisionam sua beleza
De tanto que tínhamos não nos restou quase nada por ficarmos bobos...
Diante de tanta felicidade quase que um eclipse...
Hoje os sonhos me consomem por não estar fazendo algo sério em busca de sua origem
E o que restou entre os salões? Cheios de vozes aguçadas.
Cheios de vozes vorazes, vozes de felicidade...
E a mais importante entre você,eu e o universo..
De tanto que tínhamos não nos restou quase nada por ficarmos bobos...
Diante de tanta felicidade!
Quase que um eclipse, hoje os sonhos consomem porão estar fazendo sério em busca de sua origem como o maldito Pedro na hora do “vamo ver...”.
Somos parte de um todo...
Aceitar ou não... Livre arbítrio ou prisão particular dentro de seus vários sorrisos já sem graça... Tudo é magia digital ou medieval, estamos conectados desconectados...
Por um medo qualquer de onde se erguer um monstro diante o ser  que tu sabes  que não é essa a projeção...,O que não somos se representamos seremos livres-presos, se vivermos seremos presos-livres... Podendo ainda  ver uma  única frestinha  de luz natural quando a madrugada nos acalentar com seu frio conformista...mas ao acordarmos saberemos que bela mentira é nossas meras vidas...,

T.vessié

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Die of fredoom

A cada dia que acordo Morro por não ter forças Hoje meu espírito mais livre se foi... E sem nenhuma consciência Não consegui evitar sua morte Estou em trevas... Meu luto eterno grita como louco E sem razão alguma minha energia corpórea Ainda insisti em viver nesta masmorra chamada terra... T vessié ...algum tempo

tinta 1

Baby a vida tem sempre uma palavra a dizer. O mundo è do seu jeito. Quem te olha... Tem sempre medo ou nojo De você... Baby a vida é assim eu feito pra você e você feita pra mim. A loucura que nos separa é a mesma loucura que te ampara Diante das suas entorpes... A saudade é um alucinante sem fim que se apercebe da gente. Nos salovanca como um terremoto ou alguma dor da natureza Porém quando a lua cheia chega, tudo é luz... Seus olhos,seus lábios tudo em si... Como algo divinal Como que feitiço Ou talvez como todo o sempre... E que nossos olhares se percam e se encontrem em suas buscas... Seja tudo, ou seja, nada é a mesma carta marcada e no fim do jogo Três olhos tristes e um em cima da mesa se fartando como um porco que é... Então não sorria por trás das portas com vontades insaciáveis presas por grades Que circundam tua vida... Seja ela qual for... T. vessié 05/06/08

Aves e Marias


Entre medidas e pesos estamos em qualquer parte do rosário Perdidos entre tantas aves e marias... Dentro de um ciclo quase que menstrual... E de quantos anjos falamos quando falamos de seu amor? Dance, dance mais uma vez e conte-me como é a visão lá de cima... Entre medidas e pesos preciso de você pra parti Sem que haja sofrimento... Sem que haja tolices rubras Ou beijos adocicados com lágrimas Não quero sentir tua sede E nem permitir que dores alheias venham Ao encontro de meu deserto das tentações Lá sempre vai ter seus ladrões e salteadores Não há vagas para bom samaritanos conformistas E nem quero dividi-lo com fartos e ricos... Pois tolices rubras já me bastam... Não acredito em olhos ou olhares piedosos Eles sempre querem algo em troca... Entre medidas e pesos estamos em qualquer parte do rosário Perdidos entre tantas aves e Marias... Dentro de um ciclo quase menstrual... T vessié 09/02/2011

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Por baixo do céu...

E no tempo que passa por baixo do céu aproxima meus instintos ainda submersos. Em águas frias congeladas do lago... E com o toque quente de suas mãos vejo o luzir de seus olhos a procura do nada Com o olhar perdido por entre o infinito... e eu precisava tanto de seu calor... Sua imagem ainda viva e latente dentro de mim, não importa o tempo sei que somos felizes enquanto juntos... Tenho a forte sensação de solidão e ao mesmo tempo de paz, preciso de algo quente como a música, como a música de seu sorriso. Enquanto os pássaros voam para sul fico a te esperar pela as noites eternas e pelos dias a fio buscando algum forma de deserto... Em torno de minha vontade de esta com você. Sinto sua falta ao acordar,ao dormir ,enfim éramos perfeitos por isso vivo submerso em águas frias congeladas esperando a primavera talvez ela traga flores no correr das águas, talvez traga você pra mim... T.vessié 02 11

xadrez

E a canção que corre solta pela casa com seus ecos E no eqüidistante de medos insólitos perdem-se entre teus próprios caminhos Onde levas de mim duas vidas, duas torres, dois bispos. Agora cada passo já não existe E tudo é inoxidável, me vem à mente. Como teu sangue Como algo grande bem maior do que eu Fora de controle... São montanhas de mim que desaparecem... São teus gritos que derramam todo o silêncio, toda à noite... Ao não acreditar no que sentes Eu sei o que sinto de vez em quando me faltam os olhos Falta-me a vida... E tudo que tenho é bem mais do que eterno Quando estás por perto...

A casa

Invado sua casa e permaneço por entre os sois espalhados. No meio das estampas que se criam em seu rosto completamente saciado de desejos nervosos e na liturgia de tua alma vejo o quão agônico és teu canto de desespero... Teus gritos de solidão, tua liberdade permeada de arames farpados de preconceitos e trincheiras de fuga ... Enquanto vejo tudo isso, te vejo também brincando de alguma forma, tua liberdade ainda mais que tardia, sou teu enquanto dormes, Sou meu enquanto sorrio, ninguém jamais saberá... O quanto tenho a te mostrar em pouco tempo e até a muitos milênios. Sou o vento que varre tua casa em busca de um lugar tranqüilo dentro de teu coração para sentar a poeira que corre mundo a fora saindo das trincheiras de fuga.... T.vessié 2011 03