ponto de energias
eterno teatro e de encontros...místicos,lendários e poéticos....
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quinta-feira, 27 de dezembro de 2012
domingo, 23 de dezembro de 2012
POETA VOCÊ SABE?
Todo poeta é um ser que nunca
precisa morrer
Todo ápice é longitudinal, esqueça
e cresça deixe florescer a essência de sua vida a mente contaminada falta um
prato na mesa a saliva já aumentando.
O corpo estremecendo ele cai
suando frio sem qualquer explicação
Todo poeta é um ser que não
precisa morrer
Você que está normal, amarre esse
cara a mente dele está dinamitada...
Encurvou-se molhado pela chuva da
noite passada... Todo poeta é um ser que não precisa morrer... Somos todas
cópias diferentes da matriz...
Será que somos deus, todo não
precisa morrer, todo poeta é como o amor...
Algo indefinido e incompleto pela
própria natureza...
Você sabe como se cultiva
leguminosa, frutos e gramíneas.
Tudo bem isso todo mundo
aprende...
Peste vem e é acabadas, doenças
também vem e são extintas.
Tudo está funcionando, tudo ok.
Agora me mostre como se cultiva o
amor
Diga-me como se conquista uma
paixão
Como se constrói uma união
Como se modela a amizade
Como se acha a plenitude e a
benevolência?
Diga-me oh! Mestre dos sonhos e
das ilusões...
Apenas brota, germina uma semente
dentro de solo rachado e compactado pelo tempo?
Granfay e Die
sábado, 15 de dezembro de 2012
ROSAS
Foram lançados ao fogo corações e esperanças,
sentimentos e profecias.
Tudo o que for abstrato e incomum... O cheiro do
alento negro toma conta da sala, apenas os particípios se formam em rosas.
A inocência concebida traça laços e a ternura
dilacera lágrimas...
Os ditadores sorriem e brincam com o poder, hoje os
clarins tocam, naves voam.
Novas flores renascem, ditadores sorriem e brincam
com o poder se fomos tão amados quanto parecíamos o que aconteceu com nosso
sol?
Ainda estará ele guardado entre as trevas marinhas
de seu coração?
Sou o sal levado às rochas de teus olhos batido com
a força de mil navios em alta guerra que atinge corais e destrói nossa pele e
que acontece com nossas vontades gaivotas errantes em busca de alimento por
todo o mundo?
Quando sinto o gosto da corrosão em minha boca pelo
tempo esculpido vejo belas obras de arte montadas para seu deleite e você não
percebe o quanto sou partícula pertencente a tudo que existe e nunca serei
verdadeiro se não pertencer a tudo que estou exposto em meus olhos, pois assim
serei tão completo quanto eu...
Granfay 97
terça-feira, 4 de dezembro de 2012
MASCARA DE MARMORE
As procuro você dentro de mim quando durmo e quando não
encontro
Acordo cansado de vagar em um mundo que quase não conheço...
E me revolto em ondas gigantescas... sou teu asas quebradas, teu sol marrom
E todo seu beijo ardente geladoque corta todas as cordas que me
amarram a você...
E pulo junto à queda livre de braços abertos e agora estou
em busca do mar de olhos que me derramaram dentro de uma taça em volta da boca...
de sua boca sedenta de algo que nem mesmo você sabe o que é... Vou até seu
inferno e trago o fogo eterno de onde nasce seus heróis e bandidas nuvens de
corvos uma bola negra dos seus olhos... e quanto tempo teremos após a guerra?
Venho até a ti e me entrego como um simples prisioneiro
jogador de xadrez em sua marca predileta o pódio... e agora?
Pedaços e construções e destruições de guitarras e os filhos
dos de ontem quando chegaram? Com suas mascaras de giz para sempre serem
moldadas
Nunca se pode esperar que tudo se torne um milagre antes
mesmo de nascer a água escorre de olho acima fazendo seu caminho original...
T.vessié
quinta-feira, 22 de novembro de 2012
abismosII
Na verdade o que são
abismos de paixões?
Leitos de rios
grandes?
Camas de antigas
baleias?
Recantos obscuros da
mente?
Vontades nunca
descobertas?
Caminho levito ou
sou apenas pequenas paisagens dentro da grande paisagem? Apenas abismos,
precipícios ou sentimentos de eternidade configurados pela natureza ou caminho sque levam a outras dimensões ou simplesmente a solidão de uma forma mais congênita... abismos,
simplesmente abismos.
Onde nascem vidas
raras que dependem de tal solidão, para sobreviver... Apenas conteplo um mundo,
um universo físico e invisível. E neles busco meu frio mais confortável na
madrugada perante os que dormem inocentemente e são levados por seus sonhos e o
lixo dia em que viveram anteriormente. Agora escurece com o findar do dia tudo
parece mais eterno do que seus olhos negros e cintilantes como cometas que
vagam em seus próprios cursos latejando de dor por nunca mudarem de direção... na
verdade também são abismos celestes que nunca terei o prazer de conhece-los
T.vessié
domingo, 18 de novembro de 2012
Abismos das paixões
Dos abismos já não tenho tanto medo assim.Pois eles preenchem o todo vazio da alma...E eles são tão lindos e tão sós, suas solidões me fazem me
sentir quão eles em suas vastidões e mistérios.Porém a queda me atrai por sua velocidade e desapego a
qualquer lei natural. Sou eu o abismo ou o abismo sou eu? Paixões vazias, mas
ainda são paixões, agora me torno um vago vale em meio tão loucura, não de lucidez,
não de humano, não de jogador, não de alma, mas sim de máscaras elas existem de
tal forma que já que já nem acredito nas verdades produzidas nos campos férteis
de meus olhos... quando penso que livrei de uma brotam outras também
necessárias com tanta sutileza que as
uso pensando que sou eu, e quando dor por mim sou o mesmo cavaleiro negro de
era medieva ao qual a armadura também o fere. E assim persigo meus dragões,
meus bruxos e outros seres assustadores como eu que povoam meu vilarejo e reino
o qual sou cavaleiro para abrir os abismos das paixões.T.vessié 15011012
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
FOGUEIRA
Ao Aço que é atirado
A Dor que foi ocasionado
No Jogo de palavras
Que se tornou perigoso
Ao se juntar ao metal
O sangue quente descendo é uma forma lética
De promotores da luz...
A vingança é regurgitada
A através de lembranças
Ai então o rio corta o meu antro-peito
Que se transforma em um arquipélago vazio e sem vida.
Em três toques fiz o mundo em um amor...
Com o olhar se construiu um forte abraço
Que nem uma guerra inteira pode acabar...
Agora te imagino andando, dormindo, sorrindo e depois apaga-se.
O véu cai e tudo se acalma..
Granfay 12-97
segunda-feira, 29 de outubro de 2012
NOSSA CORAGEM MATINAL
Para meus mortos que nunca morreram em mim
Para aqueles que a saudade os traga...
Todos que ressuscitam a cada dormir e a cada acordar...
Para minhas raízes que vivem sobre a escuridão profunda e mesmo assim nos alimenta.
A cada fruto, a cada flor, a cada sensação de ambiguidade e solidão eterna...
Vivemos, vivemos, não vivemos... Caminhamos para os galhos mais altos.
Para de lá podermos tentar ver um fio de nossa realidade... Sinto-me órfão de infância quando vasculho meus dias de criança...
De olhos fechados e às vezes me dá curiosidade de saber onde vocês estão pois vivemos as sombras de nossos desejos.. E o mel que do céu se derrama não nos chega tão doce quanto é... e por sermos tão eficazes e capazes não conseguimos compreender o que de fato realmente nos cerca além de olhares que parecem ser curiosos mas que na verdade são suposições egocêntricas e individualista de um pobre terráqueo que se esconde na base do pelo do coelho e ter receios de olhar diretamente nos olhos de deus... entre o espelho e sono que o encobre....
T.vesie 17/02/12
domingo, 23 de setembro de 2012
Eles ou Eu
E os cavalos correm
E os cavalos correm
E os cavalos correm
E somem na poeira
São cavalos de fogo
São cavalos de gelo
E eles vão e vem
Desaparecem no tempo
São viajantes de um passado
São eles que me trazem
São eles a loucura
São eles a minha liberdade
São eles os cavalos selvagens
T.Vessie 07-06-97
sábado, 28 de julho de 2012
TRISTES HOSPEDARIAS letra do the doors tradução
Mantenha seus olhos na estrada, suas mãos no volante
Mantenha seus olhos na estrada, suas mãos no volante
Estamos indo para a hospedaria
E realmente vamos
Nos divertir
De volta a hospedaria, nos temos uns bangalôs
De volta a hospedaria, nos temos uns bangalôs
E essa é para o povo
Que gosta de ir bem devagar
Deixe rolar, baby, rolar
Deixe rolar, baby, rolar
Deixe rolar, baby, rolar
Deixe rolar a noite inteira
Faça isso, amor, faça isso
Você tem que deixar rolar, rolar, rolar
Você tem que excitar minha alma, isso aí
Rolar, rolar, rolar, rolar
Excite minha alma
Você tem um beep a gunk a chucha
Honk konk konk
Você precisa de cada puna
Cada ya bop a luba
Cada yall bump a kechonk
Facilite alguns konks
Yeah, dirija
Mulher pálida, mulher pálida
Desista de seus votos, desista de seus votos
Salve nossa cidade, salve nossa cidade
Agora mesmo
Bem, eu acordei essa manhã e tomei uma cerveja
Bem, eu acordei essa manhã e tomei uma cerveja
O futuro é incerto e o fim está sempre perto
Deixe rolar, baby, rolar
Deixe rolar, baby, rolar
Deixe rolar, baby, rolar
Deixe rolar a noite inteira
lendas do camdoblé
Ifá / Orumilá
Ifá ou Orumilá é o deus da adivinhação. Suas vestes são
brancas e ele usa o opelê para responder às perguntas no jôgo das adivinhas.
Leva sempre consigo um saco contendo côcos de dendê. Seu dia da semana é
quinta-feira.
Lendas
... Rivalidade entre Orumilá e Ossain
Orunmilá (Eleri Ipin), o testemunho do destino dos seres
humanos, está precisando de um criado. Ele vai ao mercado e, entre os escravos
que estão à venda ele escolhe Ossain. Manda-o desmatar o campo para preparar as
novas plantações. Entretanto, para desespêro de Orunmilá, Ossain volta, à
noite, sem ter cumprido sua ordem. Orunmilá o peergunta por que nada fez.
Ossain lhe responde:
"Todas essas plantas, estas folhas e estas ervas têm
virtudes. Elas não podem ser destruídas. Esta folha por exemplo, acalma as
dores de dentes; esta outra, protege contra os efeitos de trabalhos maléficos;
esta outra, ainda, cura a febre. Impossível, em verdade, arrancar plantas tão
necessárias à saúde e à felicidade!"
Orunmilá, impressionado, decide que Ossain deverá, a partir
de então, permanecer ao seu lado durante as sessões de adivinhação, para
guiá-lo na escolha dos remédios que deverá prescrever a seus consulentes. Uma
surda rivalidade se estabelece, pouco a pouco, entre esses deuses. Ossain,
sofrendo por ser mantido em submissão, se vangloriava de ser mais importante
que Orunmilá, pois ele possuía o poder da magia mortal e dos medicamentos que
preparava. Ossain chegou a declarar ao rei Ajalayé que ele viera ao mundo antes
de Orunmilá e, sendo mais antigo, tinha direito a seu respeito. O rei Ajalayé
envia, uma mensagem a Orunmilá. Ele quer saber, entre ele e Ossain, qual é o
mais importante dos dois. Orunmilá responde ser ele mais antigo que Ossain. O
rei decide submetê-los a uma prova. Ele os convoca, acompanhados de seus
primogênitos. Orunmilá chega com seu filho chamado Sacrifício. Ossain
apresenta-se com o seu, chamado Remédio. Os dois serão enterrados durante sete
dias. Aquele que sobreviver à provação e responder primeiro, com uma voz clara
e forte, ao chamado que será feito, no fim do último dia, verá seu pai ser
declarado vencedor.
Duas covas foram abertas. Sacrifício e Remédio foram
colocados dentro e as covas firam fechadas. Orunmilá, voltando para casa,
consultou Ifá. "Meu filho estará ainda vivo, passados os sete dias?"
Ifá aconselhou-o a oferecer muito ekuru - um prato saboroso, bolo de feijão,
pimenta, um galo, um bode, um pombo, um coelho e dezesseis búzios da costa.
Orunmilá preparou a oferenda. Ela foi colocada em quatro lugares: na estrada,
numa encruzilhada, diante de Exú e no mercado. Exú exerceu seu poder sobre o
coelho sacrificado. Este ressuscitou e cavou um buraco que foi terminar na cova
de Sacrifício, o filho de Orunmilá. Assim, o coelho levou alimento para ele.
Remédio, o filho de Ossain, nada tinha para comer. Mas ele
possuía alguns talismãs, que agiam sobre a terra e lhe permitiram, assim,
encontrar Sacrifício no fundo da sua cova. Remédio pede-lhe comida. Sacrifício
responde: " Ah! Como posso eu, filho de Orunmilá, dar-lhe comida, quando
há uma disputa em jogo? Tu não vês que assim causarás o sucesso de Ossain,
estando vivo para responder ao chamado que será feito no fim dos sete
dias?" Remédio insiste e promete a Sacrifício permanecer calado quando for
feito o apêlo. Sacrifício, então, dá de comer a Remédio.
E chegou o final da prova. Os juízes chamam o filho de
Ossain: "Remédio, Remédio, Remédio" Eles chamam em vão. Remédio não
responde. "Bem! Remédio está morto", concluem eles. Chamam, em
seguida, o filho de Orunmilá: "Sacrifício!" Imediatamente, escutam um
forte sim. Sacrifício está são e salvo! Remédio sai, em seguida, igualmente
vivo. Ossain pergunta ao filho a razão do seu silêncio, quando foi chamado o
seu nome. Remédio narra o pacto feito com Sacrifício. Comida contra silêncio!
Este pacto tornou-se provérbio: "Sacrifício não deixa
Remédio falar." Significando que Sacrifício é mais eficaz que Remédio.
Razão pela qual, Orunmilá tem uma posição mais elevada que Ossain.
sexta-feira, 27 de julho de 2012
Seus medos
de entrelaçar-me às vezes me parecem mais infinitos que o mar...
Então tento
caminhar por entre seu silêncio hipnopérgico...
Vejo seus
traços em outra vida e como um sonho você me vê
Mas não me
vê... Sinto o repulsar de todas as nossas almas...
E que grande
momento chegamos?
Entre o
abismo e o abismo... Amor kamikaze repulsa nervosa, gostos suaves.
Amor brisa
vesperal...
Noite em que
todos os seus seres se convergem em sonhos... E as luzes reais é o que é... O
verdadeiro caminho entre sua força e a minha...
Talvez haja
sentido em suas sementes de medo já sem validade
T.
vessié 22 – 04-06
Mãe terra
Eu cato em cada canto pedaços, restos de vida...
Eu cato pedaços, restos de vida que dão vida a outras
vidas...
São restos seus, que constroem meus sonhos...
O homem do lixo reciclando o lixo do homem...
Eu cato coisas que pra você perdeu o valor, as cores.
E que para mim agora é que está ressurgindo...
Cotidiano banquete de urubus fome sob medida...
Eu cato, eu canto o canto dos livres, eu cato um canto a
liberdade!
E a ressureição da mãe terra?
São restos seus.
Que constroem meus sonhos
Restos de seu olhar
Restos de sua estima
Restos de seu dinheiro
Restos de seu saber
Resta saber se você quer se ajudar?
A me ajudar... E o que resta de nosso planeta para seu fim
Já confirmado em nossos olhos humanos, em nossos olhos gananciosos.
T.vessié julho 2006
sábado, 21 de julho de 2012
MEL
Tudo
é construído como o tempo; então o gosto do mel escorre...
Como
maná ou coisas desse tipo... Vesúvios como estes não se sabe de onde vem...os
paraísos de outrora seriam míseros cabarés...
Os
infernos nada seriam de infortúnios, galanteios em hordas de verdadeiros amores...
pegadas apanham caquinhos de asas que se vão durante a chuva...
E
quando seus pés tocam à água, me perco nos olhos que refletem meu eu- espelho, como
uma avalanche linda e destruidora...
Que
são boas por serem demais as atravessamos sem querer, barreiras entre a luz e
nós entre o corpo cuspido e o olhar vazio solto pelo ar...
A
velocidade do piscar dos olhos combinando com a respiração...
Você
anda como um anjo voando pelo céu...
CURTO_CIRCUITO
Escolha um e o coloquem-no na frente dos famintos
Deixe que os dilacerem, o gosto pelo sangue aumentou...
E agora molharam com lágrimas, e agora cobriram com velhos cadáveres.
Escolha, um e jogue-o do ultimo andar de seu pensamento...
É a maneira mais fácil de nascer... todos olharam para o
jorrar do sangue.
Que lava a calçada de seu olhar, que lava as roupas e os
sorrisos...
E em que frequência você está me olhando?
Pedaços de crianças quase que formadas, dependuradas em
árvores como frutos de um mundo insano, insólito...
Equipamento destruído alivia, todos é ele e ele é todos nós...
Em seus olhos não vagos para destemidos, suicidas e heróis...
Mas eles precisam de heróis! É a maneira mais fácil de
nascer.
Acorrente-o e jogue-o ao mar...
Pedaços de crianças espalhados pela grama de seus olhos na
mesma frequência em que você está me olhando, encontro apenas um fio para o
curto-circuito...
T.vessié
Contos de outro apocalipse...
MAR
Olho
o mar ao longe
E
sinto sua brisa do cair da tarde
Lembrando
das vidas que vivemos me perco no seu azul
Turquesa
,celeste,marinho...
Olho
as pedras que são lavadas pelas ondas e
não me tires está doce saudade.
O
que hà? Por trás de teu olhar? Me perco ao longe do mar sentindo sua falta.
Seu
sorriso,lembrando das vidas que vivemos...celest,turquesa,marinho
Me
leve até você e não precisa me trazer de volta... pois neste mundo sem você
Por
perto não há alegria.....
T.vessié
E você quem sou ????
Caminhando
por seus sonhos me perco entre disfarces...criados por seus medos,e até
quando eu me derreto como cera quente,escorrendo entre seus lábios e corpo...e
a canção me leva até você que espera por um trem...que se foi.sou eu tua
roupa,teu desejo ,mais louco de acordar entorpecida,ressequida...de amor e
paixão,sou teu choro feliz por todo o céu...caminhando,sorrindo com
relevância...Arranco minhas asas e as te
dou como presente.sinto queimando dentro de você como uma locomotiva que motiva
até os pedestais da morte,até as escadarias do inferno bem no recanto do
olho,tudo é paraíso e liberdade.
Algo
anárquico
Algo
sem dono
Algo ,você,eu...
Algo ,você,eu...
Monstros
em nosso jardim ao som da doce guerra que nos cerca.
De
olho a olho, sou teu de corpo a copo parte um do outro me sonhe ,me
destrua,reconforte-se jogue-se da ponte....
t.vessie
terça-feira, 17 de julho de 2012
sexta-feira, 1 de junho de 2012
AC/DC E ANGUS YONG
“Angus” é o nome do ‘Deus jovem’ dos Celtas, o representante da
eterna juventude, do amor e da beleza. “Young” quer dizer jovem em inglês.
“Angus, o
“deus jovem”, é o expoente da eterna juventude, do amor e da beleza. Como seu
pai, tem uma harpa. Mas a sua é de ouro, a de seu pai é de carvalho. Sua música
é tão doce que quem a ouve não pode resistir ao seu encanto e o acompanha
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