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eterno teatro e de encontros...místicos,lendários e poéticos....

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sábado, 28 de julho de 2012

TRISTES HOSPEDARIAS letra do the doors tradução


Mantenha seus olhos na estrada, suas mãos no volante
Mantenha seus olhos na estrada, suas mãos no volante
Estamos indo para a hospedaria
E realmente vamos
Nos divertir

De volta a hospedaria, nos temos uns bangalôs
De volta a hospedaria, nos temos uns bangalôs
E essa é para o povo
Que gosta de ir bem devagar

Deixe rolar, baby, rolar
Deixe rolar, baby, rolar
Deixe rolar, baby, rolar
Deixe rolar a noite inteira

Faça isso, amor, faça isso

Você tem que deixar rolar, rolar, rolar
Você tem que excitar minha alma, isso aí
Rolar, rolar, rolar, rolar
Excite minha alma
Você tem um beep a gunk a chucha
Honk konk konk
Você precisa de cada puna
Cada ya bop a luba
Cada yall bump a kechonk
Facilite alguns konks
Yeah, dirija

Mulher pálida, mulher pálida
Desista de seus votos, desista de seus votos
Salve nossa cidade, salve nossa cidade
Agora mesmo

Bem, eu acordei essa manhã e tomei uma cerveja
Bem, eu acordei essa manhã e tomei uma cerveja
O futuro é incerto e o fim está sempre perto

Deixe rolar, baby, rolar
Deixe rolar, baby, rolar
Deixe rolar, baby, rolar
Deixe rolar a noite inteira

lendas do camdoblé


Ifá / Orumilá

Ifá ou Orumilá é o deus da adivinhação. Suas vestes são brancas e ele usa o opelê para responder às perguntas no jôgo das adivinhas. Leva sempre consigo um saco contendo côcos de dendê. Seu dia da semana é quinta-feira.
Lendas
... Rivalidade entre Orumilá e Ossain

Orunmilá (Eleri Ipin), o testemunho do destino dos seres humanos, está precisando de um criado. Ele vai ao mercado e, entre os escravos que estão à venda ele escolhe Ossain. Manda-o desmatar o campo para preparar as novas plantações. Entretanto, para desespêro de Orunmilá, Ossain volta, à noite, sem ter cumprido sua ordem. Orunmilá o peergunta por que nada fez. Ossain lhe responde:
"Todas essas plantas, estas folhas e estas ervas têm virtudes. Elas não podem ser destruídas. Esta folha por exemplo, acalma as dores de dentes; esta outra, protege contra os efeitos de trabalhos maléficos; esta outra, ainda, cura a febre. Impossível, em verdade, arrancar plantas tão necessárias à saúde e à felicidade!"

Orunmilá, impressionado, decide que Ossain deverá, a partir de então, permanecer ao seu lado durante as sessões de adivinhação, para guiá-lo na escolha dos remédios que deverá prescrever a seus consulentes. Uma surda rivalidade se estabelece, pouco a pouco, entre esses deuses. Ossain, sofrendo por ser mantido em submissão, se vangloriava de ser mais importante que Orunmilá, pois ele possuía o poder da magia mortal e dos medicamentos que preparava. Ossain chegou a declarar ao rei Ajalayé que ele viera ao mundo antes de Orunmilá e, sendo mais antigo, tinha direito a seu respeito. O rei Ajalayé envia, uma mensagem a Orunmilá. Ele quer saber, entre ele e Ossain, qual é o mais importante dos dois. Orunmilá responde ser ele mais antigo que Ossain. O rei decide submetê-los a uma prova. Ele os convoca, acompanhados de seus primogênitos. Orunmilá chega com seu filho chamado Sacrifício. Ossain apresenta-se com o seu, chamado Remédio. Os dois serão enterrados durante sete dias. Aquele que sobreviver à provação e responder primeiro, com uma voz clara e forte, ao chamado que será feito, no fim do último dia, verá seu pai ser declarado vencedor.

Duas covas foram abertas. Sacrifício e Remédio foram colocados dentro e as covas firam fechadas. Orunmilá, voltando para casa, consultou Ifá. "Meu filho estará ainda vivo, passados os sete dias?" Ifá aconselhou-o a oferecer muito ekuru - um prato saboroso, bolo de feijão, pimenta, um galo, um bode, um pombo, um coelho e dezesseis búzios da costa. Orunmilá preparou a oferenda. Ela foi colocada em quatro lugares: na estrada, numa encruzilhada, diante de Exú e no mercado. Exú exerceu seu poder sobre o coelho sacrificado. Este ressuscitou e cavou um buraco que foi terminar na cova de Sacrifício, o filho de Orunmilá. Assim, o coelho levou alimento para ele.

Remédio, o filho de Ossain, nada tinha para comer. Mas ele possuía alguns talismãs, que agiam sobre a terra e lhe permitiram, assim, encontrar Sacrifício no fundo da sua cova. Remédio pede-lhe comida. Sacrifício responde: " Ah! Como posso eu, filho de Orunmilá, dar-lhe comida, quando há uma disputa em jogo? Tu não vês que assim causarás o sucesso de Ossain, estando vivo para responder ao chamado que será feito no fim dos sete dias?" Remédio insiste e promete a Sacrifício permanecer calado quando for feito o apêlo. Sacrifício, então, dá de comer a Remédio.
E chegou o final da prova. Os juízes chamam o filho de Ossain: "Remédio, Remédio, Remédio" Eles chamam em vão. Remédio não responde. "Bem! Remédio está morto", concluem eles. Chamam, em seguida, o filho de Orunmilá: "Sacrifício!" Imediatamente, escutam um forte sim. Sacrifício está são e salvo! Remédio sai, em seguida, igualmente vivo. Ossain pergunta ao filho a razão do seu silêncio, quando foi chamado o seu nome. Remédio narra o pacto feito com Sacrifício. Comida contra silêncio!
Este pacto tornou-se provérbio: "Sacrifício não deixa Remédio falar." Significando que Sacrifício é mais eficaz que Remédio. Razão pela qual, Orunmilá tem uma posição mais elevada que Ossain.

sexta-feira, 27 de julho de 2012







Seus medos de entrelaçar-me às vezes me parecem mais infinitos que o mar...
Então tento caminhar por entre seu silêncio hipnopérgico...
Vejo seus traços em outra vida e como um sonho você me vê
Mas não me vê... Sinto o repulsar de todas as nossas almas...
E que grande momento chegamos?
Entre o abismo e o abismo... Amor kamikaze repulsa nervosa, gostos suaves.
Amor brisa vesperal...
Noite em que todos os seus seres se convergem em sonhos... E as luzes reais é o que é... O verdadeiro caminho entre sua força e a minha...
Talvez haja sentido em suas sementes de medo já sem validade
T. vessié  22 – 04-06

Mãe terra




Eu cato em cada canto pedaços, restos de vida...
Eu cato pedaços, restos de vida que dão vida a outras vidas...
São restos seus, que constroem meus sonhos...
O homem do lixo reciclando o lixo do homem...
Eu cato coisas que pra você perdeu o valor, as cores.
E que para mim agora é que está ressurgindo...
Cotidiano banquete de urubus fome sob medida...
Eu cato, eu canto o canto dos livres, eu cato um canto a liberdade!
E a ressureição da mãe terra?
São restos seus.
Que constroem meus sonhos
Restos de seu olhar
Restos de sua estima
Restos de seu dinheiro
Restos de seu saber
Resta saber se você quer se ajudar?
A me ajudar... E o que resta de nosso planeta para seu fim
Já confirmado em nossos olhos humanos, em nossos olhos gananciosos.
T.vessié  julho 2006

sábado, 21 de julho de 2012

MEL





Tudo é construído como o tempo; então o gosto do mel escorre...
Como maná ou coisas desse tipo... Vesúvios como estes não se sabe de onde vem...os paraísos de outrora seriam míseros cabarés...
Os infernos nada seriam de infortúnios, galanteios em hordas de verdadeiros amores... pegadas apanham caquinhos de asas que se vão durante a chuva...
E você anda como um anjo voando no céu...
E quando seus pés tocam à água, me perco nos olhos que refletem meu eu- espelho, como uma avalanche linda e destruidora...
Que são boas por serem demais as atravessamos sem querer, barreiras entre a luz e nós entre o corpo cuspido e o olhar vazio solto pelo ar...
A velocidade do piscar dos olhos combinando com a respiração...
Você anda como um anjo voando pelo céu...

CURTO_CIRCUITO




Escolha um e o coloquem-no na frente dos famintos
Deixe que os dilacerem, o gosto pelo sangue aumentou...
E agora molharam com lágrimas, e agora cobriram com velhos cadáveres.
Escolha, um e jogue-o do ultimo andar de seu pensamento...
É a maneira mais fácil de nascer... todos olharam para o jorrar do sangue.
Que lava a calçada de seu olhar, que lava as roupas e os sorrisos...
E em que frequência você está me olhando?
Pedaços de crianças quase que formadas, dependuradas em árvores como frutos de um mundo insano, insólito...
Equipamento destruído alivia, todos é ele e ele é todos nós...
Em seus olhos não vagos para destemidos, suicidas e heróis...
Mas eles precisam de heróis! É a maneira mais fácil de nascer.
Acorrente-o e jogue-o ao mar...
Pedaços de crianças espalhados pela grama de seus olhos na mesma frequência em que você está me olhando, encontro apenas um fio para o curto-circuito...
T.vessié

Contos de outro apocalipse...

MAR



Olho  o mar ao longe
E sinto sua brisa do cair da tarde
Lembrando das vidas que vivemos me perco no seu azul
Turquesa ,celeste,marinho...
Olho as pedras que são lavadas pelas ondas  e não me tires  está doce saudade.
O que hà? Por trás de teu olhar? Me perco ao longe do mar sentindo sua falta.
Seu sorriso,lembrando das vidas que vivemos...celest,turquesa,marinho
Me leve até você e não precisa me trazer de volta... pois neste mundo sem você
Por perto  não há alegria.....
T.vessié

E você quem sou ????




Caminhando por seus sonhos me perco entre disfarces...criados por seus medos,e até quando eu me derreto como cera quente,escorrendo entre seus lábios e corpo...e a canção me leva até você que espera por um trem...que se foi.sou eu tua roupa,teu desejo ,mais louco de acordar entorpecida,ressequida...de amor e paixão,sou teu choro feliz por todo o céu...caminhando,sorrindo com relevância...Arranco minhas asas  e as te dou como presente.sinto queimando dentro de você como uma locomotiva que motiva até os pedestais da morte,até as escadarias do inferno bem no recanto do olho,tudo é paraíso e liberdade.
Algo anárquico
Algo sem dono
Algo ,você,eu...
Monstros em nosso jardim ao som da doce guerra que nos cerca.
De olho a olho, sou teu de corpo a copo parte um do outro me sonhe ,me destrua,reconforte-se jogue-se da ponte....
t.vessie 

terça-feira, 17 de julho de 2012