ponto de energias

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eterno teatro e de encontros...místicos,lendários e poéticos....

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sábado, 4 de dezembro de 2010

uma outra pespectiva do vendedor de sonhos

O livro vendedor de sonhos mostra uma realidade que todo mundo vive Mas talvez não saiba lidar com derrotas cotidianas por mais miséras que sejam. Porém quem prega alguma coisa e não a vive de que vale seu esforço? Se quando olha para dentro de si e ver que também tem seus fantasmas que o mastigam Todo o dia e não consegue domesticá-los tornando-se um marginal que (não no sentido criminoso) vive a margem da sociedade por não ter coragem de encará-la por sentir dores não pode vender sonhos. Porém regurgita toda sua dor todo o tempo como pode vender sonhos se ele mesmo nem sonhar ainda aprendeu dentro de sua letargia doída... tentando ser uma alma grande vivendo seu inferno astral disfarçado em bondades e filosofias de que vale ser filosofo se não há coragem em criar estratégias... de sobrevivência entre seus maiores inimigos verdade ou ficção muito boa história... t. vessié

turbilhão de ilusões

Entro no útero mãe Pelo começo, meio e fim... A cada nascimento... Uma forma estranha de gozar. No caminho, cada passar um espelho... Entro e penetro na parede universo Ligo o turbilhão de ilusões e transpasso Uma outra vida? Sou luz na grande alumiada noite sou único no meio de tantos cometas De tantos olhares e de única tristeza Que me traz uma leve alegria... Illan guivver 31 07 01

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Uma pedra jogada no mar que não sabe onde vai parar É assim que estou hoje... Com o olho deturpado de cores Com vontade alicerçada em ladrilhos antigo O gosto do novo velho em seu sabor escorrido... Escuto as notas de um blues no piano e retorce-me a alma Cato migalhas que já tinha sido recolhidas pelo o vento e pelo os pássaros Sinto todo o rodar das engrenagens em pedaços por não estar lubrificada E o frio agora acaricia os ossos expostos em carne viva morta... Tudo é cinza ausência de sorriso... Enquanto pinos de metal me ligam a realidade... Tudo é destrutível como seu olhar... Como teu viver... Há muito tempo já morremos... Uma pedra jogada no mar que não sabe onde vai parar É assim que estou hoje... Um dragão que nos afogueia adentrando em chamas... E cada vez mais forte... Um olhar, pinos de metal... Sem ter armas adequadas para um belo suicídio Vejo seus desejos insanos como fantasmas que festejam Com todo ódio e miséria cativos me seus olhos... Pedaços de um nada... E não existe ressurreição para viventes em carne... Não existem corpos disponíveis em meu armário... Visto-me de qualquer um e por isso não esqueço de quem eu sou. E do que sou feito e de onde vim Com vontade alicerçadas em cortejos frios e tristes Sobre uma pairagem insípida e inóspita... Escrituras sem valores ,estranhos risos e sem nenhuma vontade de olhar para trás... Tudo é cinza ausência de sorriso... Com vontades esculpidas em teu cuspo, em teu rosto, em teu espírito se é que tem algum Que vagueia por entre teu corpo... Pedaços de um nada... Escuto o bater do cavalgar dos cavalos em pura liberdade como meus olhos que os acompanham... Preciso do teu grito...Do teu explodir para poder explodir também e para de vaguear por entre

sábado, 17 de julho de 2010

um grito,uma liberdade,o sentir do bater do sol no rosto No canto de cada olhar se esconde um monstro disfarçado E caminhamos alimentando-o com nossos prazeres nossas solidões E por mais controle que temos sobre o tempo e seus estágios esquecemos Que outros seres nem se tocam que existem... E por pedaços e inteiros que vivem nossos monstros... Na discrepância do dia... ou o frio da noite achamos as cores necessárias para sorri mais uma vez... Tentando anular ao vida que se tornou museu esquecido e cheios de teias de aranhas Medo, covardia,destroços do navio a deriva com monstros inimagináveis e vis Restos de um naufrágio vagando sob águas escuras... E cada dia morrendo e sendo abrigado a ressuscitar pois, não havia conforto na morte Enquanto outros seres nem se tocam que estão vivos... Na discrepância do dia ou nas caricias do frio da noite achamos as cores necessárias para sorri mais uma vez T.vessie um grito/ uma liberdade/ o sentir do bater do sol no rosto...

terça-feira, 29 de junho de 2010

coisaseafins: JESSIER QUIRINO – POETA ESCRITOR

coisaseafins: JESSIER QUIRINO – POETA ESCRITOR

ola meu cumpan...eiro gostei muito de seus dizer que ví por ai ...
sabendo que nosso sertão tão castigado e rico de aculturações e vós mi ce levanta a bandeira nordestina e vai barrendo todas os causos que por assim dizer existe nosso cotidiano banquete de urubus espalhados por esse mundão de meu deus de uma espiadinha nesse link e boa boa sorte...

segunda-feira, 28 de junho de 2010

because...

Por que caímos? Por que não olhamos o que nos cerca? Por que temos a mesma e velha tolice da certeza ? Por que somos anjos sem asas físicas? Por somos meros mortais que ainda estamos em desevolução? Por que não entendemos o que tão claro e objetivo? Pois tudo está aqui de alguma forma e não conseguimos perceber Por não usarmos nossos talentos latentes em nós mesmos. Por que desejamos a vida do outro de certa forma? Qual o nosso propósito em relação os seres que nos cerca? Será amor? Será carinho? Será energia fraterna? Será apenas carne ? E por que não acreditar? em nosso poder ? Por que morremos todos os dias e temos uma pobre ressurreição que nem a sentimos? Algum dia um velho cacique disse somos parte da matéria que compõe a linha que forma o tecido E o que somos? Bactérias que veio de uma lágrima do cosmos? Ou vestígios e fragmentos que se formaram entre a umidade e as intepéres da bolha terra? E o que deus tem haver com isso? Quando será o próximo fim e novo começo? Será que nossas energias irão se propagar em outros seres com outros corpos? Ou somos apenas condutores de energias divinas? Como disse um dia um certo espantalho pregado em seu madeiro... E com nossas vergonhas transformadas em ferro ou qualquer outro minério... Fazemos parte do sol ectoplasmo que existe em cada um de nós... Entre o bem e o mal estamos sem nenhuma camuflagem... E estamos expostos para nossas próprias experiências sem perceber que vamos para lugar nenhum... T.vessié 27 de junho de 2010

terça-feira, 15 de junho de 2010

caolhos e cegos





Agora vejo o espelho teu dançando por dentro de mim
Como se a vida fosse música e movesse todos os sorrisos criados por ti...
Queria ser seus olhos e te olhar através dos meus...
Agora procuro os mundos, procuro por ti...
Seus anjos não me resguardam da tua falta...
Leve-me, leve-me para bem longe de mim.
Agora vejo o espelho me levando junto ao mar
De barcos e homens.
Perdidos de olhos, sem retina, sem íris.
Caolhos e cegos em busca da luz

T.vessié 2005

Palavra viva (poeta)

Poetas são deuses que vivem sob a terra
Que dão vida a seres inorgânicos...
Que falam com flores
Que brincam com espinhos
Que amam como os pássaros
Poetas são pessoas e astros que vagueiam em espaços
Onde outras pessoas são apenas brilhos...
Poetas são deuses
Que amam
Que choram
Sem precisar de lágrimas
Poetas são deuses de pedras
Pedras preciosas...
Apenas um sorriso, um olhar,um sonho,uma realidade...
Enfim poeta é a personificação da palavra...
A palavra viva em pessoa...
Poetas simples assim a todos os poetas que vivem e que viveram em mim
Obrigado por tal magia de poder sentir,viver
E transmutar para uma superfície branca chamada papel...

T.vessié

contos I préludio


  A gospel voz... Os pingos da chuva nas ruas molhadas...passos. A escuridão, silêncio e a chuva... A gospel voz expressa homens e crianças Crianças-homem... Nada mais funciona... Nem o controle do som Nem o sorriso das pessoas Nem a infância das crianças Nada mais funciona... Até as flores estão artificiais A máquina do terror Está cada vez mais linda Cheia de blindados e controles... Que pena nada mais funciona A hora da agonia É a beleza da ternura E o sorriso da tristeza São momentos de purificação Momentos de dor... Era uma das vezes que passeava por seu sorriso... Deserto da rosa.Límpidos raios, límpidos céus. A hora da sensação de ardor como que delírios Nos arredores da velha rocha, um vento frio e convalescente... A hora em que todas as noites estão em paz... A mesma luz que irradia o dia também invade a noite... Então as mesmas vidas que vivemos dormindo vivemos acordados ? A hora do choro e do sorriso a mesma expressão... E tudo começa a dançar em espiral... As lembranças, as palavras, suas vidas, a vida dos que me habitam... Seus olhos deslizam na cor laranja crepuscular... E o azul marinho como nas profundezas... Sua cama não foi desfeita...Dentro desses vinte anos Nem mesmo a cor laranja do crepúsculo está funcionando... A espada voa agora livremente entre galáxias do ser... Estrelas e astros sendo engolidos pelo o buraco negro. Vazio e rápido como cosmos, desejos e as vontades carnívoras dos deuses. Agora em uma só nota de pontos luminosos... Estrelas e mundos sendo devorados por uma depressão cósmica... T. vessié dez anos atrás...

Aves e Marias




Entre medidas e pesos estamos em qualquer parte do rosário
Perdidos entre tantas aves e marias...
Dentro de um ciclo quase que menstrual...
E de quantos anjos falamos quando falamos de seu amor?
Dance, dance mais uma vez e conte-me como é a visão lá de cima...
Entre medidas e pesos preciso de você pra parti
Sem que haja sofrimento...
Sem que haja tolices rubras
Ou beijos adocicados com lágrimas
Não quero sentir tua sede
E nem permitir que dores alheias venham
Ao encontro de meu deserto das tentações
Lá sempre vai ter seus ladrões e salteadores
Não há vagas para bom samaritanos conformistas
E nem quero dividi-lo com fartos e ricos...
Pois tolices rubras já me bastam...
Não acredito em olhos ou olhares piedosos
Eles sempre querem algo em troca...
Entre medidas e pesos estamos em qualquer parte do rosário
Perdidos entre tantas aves e Marias... Dentro de um ciclo quase menstrual...

T vessié  15/06/2010

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Cidade esquecida e moderna em suas mordidas Como sentir a batida de lágrima em pleno pouso De um pássaro... Fome e desemprego em cada esquina.. Crime e injustiça em cada olhar... Que gera em cada vontade de morder a alma da cidade Cidade... idade sem tamanho em pleno manto comum Sob sarjetas, crianças,drogas e prostituição...mordidas Vampirescamente modernas... esquecidas, em sue desaguar em meio mar... Cidade esquecida...População desnutrida de saber e comida... Mordidas vampirescamente modernas... E quem será nosso leal e soberano cavaleiro branco salvador de nossa dor? Ou seremos todos cavaleiros negros que não enxergamos um palmo do nosso nariz Por apenas hipocrisia... Somos dignos de estar em uma cidade esquecida moderna e mordida..? Ton vessié 02/06/2010

michael jackson billie jean


Michael Jackson - BILLIE JEAN

sol

Sol Enquanto o sol se levanta em busca de um sonho Estou acima de seus olhos... Como ele queria... E na verdade sempre estaremos lá sem nenhuma submissão Como tantos sistemas vivem... Agora pediremos a chave para abrir as portas de nossos Para poder entrar noticias do leste... Enquanto o sol se levanta em busca de um sonho Estou acima de seus olhos... Como o vôo do albatroz e a que tempos possíveis estaremos presos Já que você não quer sorri... t.vessié

sábado, 29 de maio de 2010

ATÉ QUE O MUNDO VENHA ACABAR

arranco os olhos 
e os jogo no mar
pra sentir o verdadeiro gosto de sal...
e até que o mundo venha acabar, estaremos presos a outros olhos...
o que fazer para sentir o singular gosto ambissal do todo que emana?
arranco os olhos e no instante em que alcanço as escadas obscuras da luz...
e de todo sacrificio o mais belo foi ver você chegar...

ton vessie 05 07 08



























LUAS

luas Ontem você estava comigo... Hoje vejo a solidão através da janela... Abra a porta e entre dentro de mim. Os traços circulam a cena... Ontem você cantou do meu lado Ao acordar pedi pra que não fosses embora... Porém tu já não estavas mais ... dentro de mim E te fiz preces amanhecer como todos os seres diurnos Fazem para que o dia volte a clarear suas vidas... Hoje colunas caíram... E eu canto e planto sementes de alegria em meu canteiro de angústias... Se fui um padre condenei-me Se fui um ladrão roubei meu próprio sorriso Se fui um feiticeiro... Arranquei meu coração e entreguei a alguém Num ritual onde as luas se uniam... Pessoas se doavam umas as outras Que também arrancavam seus corações e elevavam aos céus... Ontem tu chorastes comigo,abraçados como dois seres abstratos.. Abra a porta e entre dentro de mim como um ritual Numa noite em que as luas se uniem...

t.vessié 07 98

quarta-feira, 26 de maio de 2010

uns desses dias estava eu estudando sobre ergonomia pois estou cursando sobre tst(téc segurança do trabalho) e tomei de um artigo que dizia que esta ciencia foi desenvlovida por egpcios e gregos..."num outro momento estava safurdando em alguns arquivos egipcios e descobri que na era do reinadode aknaton ele ergueu uma capital no meio do deserto em apenas dez anos... detalhe o tempo estimado para a conclusão seria no minimo duas décadas...dentro desses dez anos a população(escravos) que trabalhava nesse empreendimento diminuiu 15 centimetros e a maioria morria com traumas em sua estrutura osséa; tudo isso por que o reizinho mandão era quase cego !
e adorava o deus sol...que lhe auxiliava com sua luminosidade natural foi criado então uma religião para adorar-lo e todos que se opussesem ao seu deus era sacrificado com a vida... manca ai...

t. vessié
luas Ontem você estava comigo... Hoje vejo a solidão através da janela... Abra a porta e entre dentro de mim. Os traços circulam a cena... Ontem você cantou do meu lado Ao acordar pedi pra que não fosses embora... Porém tu já não estavas mais ... dentro de mim E te fiz preces amanhecer como todos os seres diurnos Fazem para que o dia volte a clarear suas vidas... Hoje colunas caíram... E eu canto e planto sementes de alegria em meu canteiro de angústias... Se fui um padre condenei-me Se fui um ladrão roubei meu próprio sorriso Se fui um feiticeiro... Arranquei meu coração e entreguei a alguém Num ritual onde as luas se uniam... Pessoas se doavam umas as outras Que também arrancavam seus corações e elevavam aos céus... Ontem tu chorastes comigo abraçados como dois seres abstratos.. Abra a porta e entre dentro de mim como um ritual Numa noite em que as luas se uniam... t.vessié 07 98

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Somos o que chamamos de prazer celestial.

Ou seja pedaços de um gozo de deus...

E o que esperar de um simples olhar ou de uma simples composição...

O do sorriso falso que sorrimos quando olhamos um espelho falso?

Mas somos assim como uma certa magia digital...

Que assume lugares como corpos celestes assumem o firmamento...

E deus ele próprio escreve suas poesias em forma de constelações

Explosões ou super novas...

Assim seria eu e você se tivéssemos encontrado o que todos eles encontraram

Quando gritaram,brigaram ou até mesmo a sepultar a própria liberdade...

Mas nós não somos assim...

Queria te ver como um ser e não como máquina...

Prefiro dentes metálicos mas, a língua natural

Talvez até asas metálicas mas, o coração pulsando forte

Como um búfalo em pleno inverno... sem abrigo

Solto pelas as planícies geladas de meus sentidos..

Quem seriamos de fato?
Um coringa?

Um pássaro qualquer

Um velho cão que vaga pelas ruas...

Ou apenas um lago tranqüilo e sinistro que busca mais uma vítima?

Somos o que chamamos de prazer celestial...

Um gozo de deus...



t. vessié 14/04/2010

para onde vão as estrelas cadentes?
na solidãoda noite ?
por que então elas caem ?
talvez nosso universo seja uma grande árvore ?
e as etrelas... ah! as esttrelas frutros macios,doces e suculentos... ?
para onde vão as setrelas cadentes na solidão da noite ?

terça-feira, 13 de abril de 2010

pétalas...pele

As cores das flores ... Já não doem nos olhos Por serem mortas! Rasgadas as pétalas Rasgada a pele valores enterrados... Olhos de vidro Devido ao tempo O embaço já quer fazer parte! E isso machuca a visão OBS: tirar o plástico da lente talvez melhore! 

plantas mortiferas

E agora o que temos ? A não certeza de não ter certeza.?. O gosto gelado da água me traz todas as guerras O qual confeccionamos no armário... Pedaços de sonhos já esmagados aos cuidados das vontades... Gelado demais pra ser beijo! Tenho controle descontrolado... Vinte vezes menor que um olhar reduzidos a castelos... De volta trago a loucura De longe vejo seus lábios Deliciando-me além da noite De volta, me traz o sabor do orvalho Guardado na grama, talvez amanhã eu possa te encontrar em algum lugar Dentro de nosso jardim com plantas mortíferas de amor...
Talvez o alvo não esteja tão longe quanto pareça... Um corpo sem alma Um copo sem vinho E em busca de teu anseio... Cerro-me em silêncio Todos os momentos já tão rasos E por mais incrível que pareça O redemoinho circula as vésperas de teus olhos ... O gosto do silêncio... Acaba de se forma Entre as estruturas melancólicas E cheias de receios será que a hora é vinda ?

olhar puro

olha só que coisa linda ....olhando diretamente para sua alma...buscando sua resposta embora em silêncio..

segunda-feira, 12 de abril de 2010

solidão de meus dias que se perde por entre as noites e sem rumo busco teu leito maior a escuridão de teus olhos negros como uma noite ferrenea e cerração me enebrio entre o bem e o mal...
porém não me perco nos gritos frios de teus acalentos sombrios..

tijolos


São tijolos de piedade
Que constroem meus olhos
Tijolos de flagelos
Que constroem minha dor
Tijolos!
Tijolos de espelhos
Que estilhaçam meu sorriso
Tijolos!
Tijolos de egoísmo
Que constroem os homens...
Tijolos de fé
Que constroem o medo
Tijolos de amor
Que constroem a solidão...
Tijolos!
Tijolos de homens
Que constroem o mal
Tijolos de flores
Que constroem as primaveras...

Olhar sedento de sal

O trabalho me faz respirar poluídamente
O amor me faz procurar o horizonte que ainda não conheço
E teus olhos não consegue ver o que crio pra te dar
E agora vejo a estrada vazia como meu coração
Sinto tua falta... Como nunca senti de alguém
Pois tu não és só um alguém qualquer
Criaste-me entre guerras e moléstias
Deste-me o mundo do seu jeito...
Porém a canoa quebrou entre seu universo e meu
Hoje espero na praia mansa pedaços de algum naufrago
                           Talvez você poderia esta nele...

sábado, 10 de abril de 2010

palavrador

A palavra lavra a dor.
Dor! Terra cinza:
Cabeça
Ossos
Homem
Esqueleto
Lavrador da própria dor...
Homem...palavra
A palavra lavra a dor
Lavrador da dor da própria dor
Palavrador...
A palavra lavra
A dor...
Das muitas mil almas...
Perdidas em mim
Ossos terra cinza
Lavrador da própria da dor...

domingo, 4 de abril de 2010

um belo suicidio

No mais alto monte está você...
Como as nevoas e outras coisas aladas
E com toda a força , tu moves a tristeza junto de teu sorriso...
Queria te ver como um ser e não como máquina...
E fugindo dos desejos entro pelos becos e vielas do inconsciente ciente
Que na próxima esquina; busca-se um belo suicídio...
Depois de ter olhado na face melancólica, quase que sem sorriso...
O gelo escorrendo entre o fogo e o fogo...
Como a normalidade do dia!
Morri... não pude ressuscitar a tempo...
A dor, os pedaços, soltos pelo ares pelo chão.
Outras tempestades me alucinam a alma...
Como os brilhos...à noite a normalidade do dia
Os olhos
A vontade e a morte do sorriso por uma fração de segundos

catastrofe azul


Acorda de manhã com aquela sensação

De estar vivo por pouco tempo e morto por muito...

Vejo o céu que envolve toda essa linda catástrofe azul.

Se refazendo em cinza, branco e preto.

Encontro pedaços espalhados de fome

Em cada canto de seu olhar...

E onde está o deus das grande-pequenas coisas dentro de seus olhos?

Cinza, branco e preto...Enquanto você sorri covardemente, fingindo está tudo bem...

E mais uma presa penetrando em sua alma...Da máquina capital

Por varias vidas adiante por causa da maldição de otário...

sábado, 3 de abril de 2010

poesia

Quero ouvi uma música
Que jamais escutei...
Que ainda não exista...
Que ainda ninguém fez...

Quero atravessar seus olhos
Olhar o cêu que nos circunda...
E vomitar todos os pesadelos
com a mesma vontade de adeus...
A um mau tempo que se aprochega

Quero ouvi uma música
que jamais escutei...
que ainda não exista
Que ainda ninguém fez

E no dia que eu ouvir
tal harmonia minh´alma voará
Em busca da grande música universal...
E dançará em torno do sol como você dançando junto a mim...