O trabalho me faz respirar poluídamente
O amor me faz procurar o horizonte que ainda não conheço
E teus olhos não consegue ver o que crio pra te dar
E agora vejo a estrada vazia como meu coração
Sinto tua falta... Como nunca senti de alguém
Pois tu não és só um alguém qualquer
Criaste-me entre guerras e moléstias
Deste-me o mundo do seu jeito...
Porém a canoa quebrou entre seu universo e meu
Hoje espero na praia mansa pedaços de algum naufrago
Talvez você poderia esta nele...

esse texto foi criado em meio a desconstrução de um ser metálico na hora do almoço...
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