ponto de energias

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eterno teatro e de encontros...místicos,lendários e poéticos....

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quarta-feira, 14 de abril de 2010

Somos o que chamamos de prazer celestial.

Ou seja pedaços de um gozo de deus...

E o que esperar de um simples olhar ou de uma simples composição...

O do sorriso falso que sorrimos quando olhamos um espelho falso?

Mas somos assim como uma certa magia digital...

Que assume lugares como corpos celestes assumem o firmamento...

E deus ele próprio escreve suas poesias em forma de constelações

Explosões ou super novas...

Assim seria eu e você se tivéssemos encontrado o que todos eles encontraram

Quando gritaram,brigaram ou até mesmo a sepultar a própria liberdade...

Mas nós não somos assim...

Queria te ver como um ser e não como máquina...

Prefiro dentes metálicos mas, a língua natural

Talvez até asas metálicas mas, o coração pulsando forte

Como um búfalo em pleno inverno... sem abrigo

Solto pelas as planícies geladas de meus sentidos..

Quem seriamos de fato?
Um coringa?

Um pássaro qualquer

Um velho cão que vaga pelas ruas...

Ou apenas um lago tranqüilo e sinistro que busca mais uma vítima?

Somos o que chamamos de prazer celestial...

Um gozo de deus...



t. vessié 14/04/2010

para onde vão as estrelas cadentes?
na solidãoda noite ?
por que então elas caem ?
talvez nosso universo seja uma grande árvore ?
e as etrelas... ah! as esttrelas frutros macios,doces e suculentos... ?
para onde vão as setrelas cadentes na solidão da noite ?

terça-feira, 13 de abril de 2010

pétalas...pele

As cores das flores ... Já não doem nos olhos Por serem mortas! Rasgadas as pétalas Rasgada a pele valores enterrados... Olhos de vidro Devido ao tempo O embaço já quer fazer parte! E isso machuca a visão OBS: tirar o plástico da lente talvez melhore! 

plantas mortiferas

E agora o que temos ? A não certeza de não ter certeza.?. O gosto gelado da água me traz todas as guerras O qual confeccionamos no armário... Pedaços de sonhos já esmagados aos cuidados das vontades... Gelado demais pra ser beijo! Tenho controle descontrolado... Vinte vezes menor que um olhar reduzidos a castelos... De volta trago a loucura De longe vejo seus lábios Deliciando-me além da noite De volta, me traz o sabor do orvalho Guardado na grama, talvez amanhã eu possa te encontrar em algum lugar Dentro de nosso jardim com plantas mortíferas de amor...
Talvez o alvo não esteja tão longe quanto pareça... Um corpo sem alma Um copo sem vinho E em busca de teu anseio... Cerro-me em silêncio Todos os momentos já tão rasos E por mais incrível que pareça O redemoinho circula as vésperas de teus olhos ... O gosto do silêncio... Acaba de se forma Entre as estruturas melancólicas E cheias de receios será que a hora é vinda ?

olhar puro

olha só que coisa linda ....olhando diretamente para sua alma...buscando sua resposta embora em silêncio..

segunda-feira, 12 de abril de 2010

solidão de meus dias que se perde por entre as noites e sem rumo busco teu leito maior a escuridão de teus olhos negros como uma noite ferrenea e cerração me enebrio entre o bem e o mal...
porém não me perco nos gritos frios de teus acalentos sombrios..

tijolos


São tijolos de piedade
Que constroem meus olhos
Tijolos de flagelos
Que constroem minha dor
Tijolos!
Tijolos de espelhos
Que estilhaçam meu sorriso
Tijolos!
Tijolos de egoísmo
Que constroem os homens...
Tijolos de fé
Que constroem o medo
Tijolos de amor
Que constroem a solidão...
Tijolos!
Tijolos de homens
Que constroem o mal
Tijolos de flores
Que constroem as primaveras...

Olhar sedento de sal

O trabalho me faz respirar poluídamente
O amor me faz procurar o horizonte que ainda não conheço
E teus olhos não consegue ver o que crio pra te dar
E agora vejo a estrada vazia como meu coração
Sinto tua falta... Como nunca senti de alguém
Pois tu não és só um alguém qualquer
Criaste-me entre guerras e moléstias
Deste-me o mundo do seu jeito...
Porém a canoa quebrou entre seu universo e meu
Hoje espero na praia mansa pedaços de algum naufrago
                           Talvez você poderia esta nele...

sábado, 10 de abril de 2010

palavrador

A palavra lavra a dor.
Dor! Terra cinza:
Cabeça
Ossos
Homem
Esqueleto
Lavrador da própria dor...
Homem...palavra
A palavra lavra a dor
Lavrador da dor da própria dor
Palavrador...
A palavra lavra
A dor...
Das muitas mil almas...
Perdidas em mim
Ossos terra cinza
Lavrador da própria da dor...

domingo, 4 de abril de 2010

um belo suicidio

No mais alto monte está você...
Como as nevoas e outras coisas aladas
E com toda a força , tu moves a tristeza junto de teu sorriso...
Queria te ver como um ser e não como máquina...
E fugindo dos desejos entro pelos becos e vielas do inconsciente ciente
Que na próxima esquina; busca-se um belo suicídio...
Depois de ter olhado na face melancólica, quase que sem sorriso...
O gelo escorrendo entre o fogo e o fogo...
Como a normalidade do dia!
Morri... não pude ressuscitar a tempo...
A dor, os pedaços, soltos pelo ares pelo chão.
Outras tempestades me alucinam a alma...
Como os brilhos...à noite a normalidade do dia
Os olhos
A vontade e a morte do sorriso por uma fração de segundos

catastrofe azul


Acorda de manhã com aquela sensação

De estar vivo por pouco tempo e morto por muito...

Vejo o céu que envolve toda essa linda catástrofe azul.

Se refazendo em cinza, branco e preto.

Encontro pedaços espalhados de fome

Em cada canto de seu olhar...

E onde está o deus das grande-pequenas coisas dentro de seus olhos?

Cinza, branco e preto...Enquanto você sorri covardemente, fingindo está tudo bem...

E mais uma presa penetrando em sua alma...Da máquina capital

Por varias vidas adiante por causa da maldição de otário...

sábado, 3 de abril de 2010

poesia

Quero ouvi uma música
Que jamais escutei...
Que ainda não exista...
Que ainda ninguém fez...

Quero atravessar seus olhos
Olhar o cêu que nos circunda...
E vomitar todos os pesadelos
com a mesma vontade de adeus...
A um mau tempo que se aprochega

Quero ouvi uma música
que jamais escutei...
que ainda não exista
Que ainda ninguém fez

E no dia que eu ouvir
tal harmonia minh´alma voará
Em busca da grande música universal...
E dançará em torno do sol como você dançando junto a mim...