Pássaros
brincam na grama e eu estou dentro de seus sorrisos
Voando pelas
as palavras que caem de seus cantos...
No recanto
de minha tristeza entôo espíritos livres entre estatuas transparentes
Vou até
o norte de seu mundo e descubro novos povos...
E sinto
sua falta como fagulhas soltas ao ar até que o mar me reserve
Apenas sua
melhor onda de lembranças, quero está no alvorecer e nascer contigo
E morrer
se for possível, mas me liberte deste aquário o qual encontro pedaços de
desertos já esquecidos e empoeirados com plantas ressequidas feito com pedaços
de saudades jogadas na praia mais
próxima que houver...
Sentados
na quina da lua escolhemos estrelas desgovernadas e sem rumo como nós
Em algum
dia de relance estarei em seu olhar mesmo que invisível
Como coisas
do dia-a-dia nos reconheceremos um a
outro sem ao menos conhecer-mos coisas
do amor...
T.vessié09/10/2011


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