ponto de energias

ponto de energias
eterno teatro e de encontros...místicos,lendários e poéticos....

good times bad times

good times bad times
vida metamorfose vida espantalho

pra onde vou

pra onde vou

Pesquisar este blog

sábado, 27 de julho de 2013

E quando eu ando cada passo a frente já não sou mais eu no movimento do tabuleiro do dia... A cada olhar, a cada sorriso, a cada informação cedida ou passada não sou... sou mero  recipiente que se enche e transborda  quando necessário... E quando sou eu?
Eu sou o que ainda não vi...
O que ainda não senti...
Mas que se especula!
E afinal sou eu em mim?
O que é inédito no passado!
O que se reinventa no futuro!
O que não existe no presente!
A cada passo dado à frente não sou eu que estou ali presente em mim...
Lembro-me da candeia que alumiava meus dias  de trevas... Quando não se havia sol...
Lembro-me das orações proferidas junto ao resto de fogo que existia em meu coração!
Há muito não se tinha inverno tão rápido, sagaz e perverso... E apesar das forças que regem meu sistema planetário não sei como ele chegou e nem sei também de sua partida e é atemporal... Não há limites, nem datas previstas, nem séculos ou era que esteja livre dessa tempestade de corvos valentes e famintos com ferrões de abelhas em suas garras, de caolhos que choram seus próprios olhos, de vidas sem vida, de calendários ou fases lunares ou solstícios mágicos enigmáticos...
Sou o que sou apenas no movimento do passo, a parti desse ponto desconheço tais cargas que se aglomeram aos meus elétrons, átomos, prótons e nêutrons enfim toda partícula que vagueia por mim em busca de resposta...e tudo que retenho e repasso é apenas lei do universo o qual estamos contidos...

T. vessié  26- o6- 13

sábado, 20 de julho de 2013

~PONTAS~

~Pontas~
Estou longe de mim
Há muito me procuro
No consigo sorri o sorriso 
Não consigo encontrar o outro
Que não sou eu
Que não é você
E o que me atormenta a alma
E ter que conviver...
Com esse fantasma nebulizando
Minha calmaria, me deixando
A roer os cantos de meu mundo
Como uma praga faminta e 
Corrosiva...
Suas cores derretem
Quando elas veem meus 
Olhos de cera se cerram com calor do fogo da aparição...
O calor do dia
Me esconde entre os furtos
De teu torpor, embebido em vaidade
As dores já era tão tão fortes...
Como suas penas de couro
Uma a uma fundida e forjada
Como homem
Como Deus
E todos seus corcéis
Que não são negros
E nem brancos...
Mas livres...

Livres de suas amarras
De meus amores egoístas
Por seus olhos
Por meus olhos
Numa tigela vazia
Jogada no meio da rua
De um de seus sorrisos
Mais sinceros...
Com amor
~DGHTS~